- Jamelão se cala e o samba fica mais triste. O intérprete que por cinqüenta anos foi a voz da gloriosa Estação Primeira de Mangueira era ídolo desdte blog, pela Mangueira, por ser vascaíno e pelo seu proverbial mau humor. Lembro-me de uma entrevista que ele deu após receber um prêmio, em que ele disse: – “estou farto de homenagens, eu quero é dinheiro”. Vai deixar saudades.
- Já no dia 21 de junho, os vascaínos esperam que a mais nefasta era de desmandos da cartolagem futebolística do país se encerre com a derrota de Eurico Miranda nas urnas cruzmaltinas. Sua última reeleição foi contestada e anulada pela justiça. Torço pela vitória de Roberto Dinamite. O Vasco não merece mais, por sua tradição e história, ser um time visto como pária no futebol carioca e nacional.
- Dois a zero para a Venezuela… dois a zero para o Paraguai. Se perder da Argentina na quarta feira, acho que nem beijo de Branca de Neve salva a cabeça de Dunga.
- A política carioca é mesmo um negócio abjeto. Essa dança de cadeiras na disputa dos pré-candidatos à prefeitura da cidade do Rio é das coisas mais estúpidas que eu já vi, rivalizando de perto com a intervenção de José Dirceu no PT carioca, naquela maldita eleição que deu o governo a Garotinho. Enquanto isso, Crivella cresce. E as notícias de violência em áreas onde o ex-bispo da Universal atua, também.
- Meus 270º de vista foram conspurcados anteontem pela visão de um carro sendo roubado na rua.
- Tenho poucos sonhos de consumo hoje em dia. Um deles é essa câmera fotográfica aqui. Se estivesse de posse dela, vocês veriam hoje uma belíssima foto da conversa de um urubu com um carcará, aboletados numa antena bem próximo da minha janela. Minha Sis não curte muito as máquinas da Fuji, é fã incondicional das Canon. Eu já tive uma Canon. Era ótima mas deu um piti de um dia para o outro e custou caro para consertar. Ela teve o mesmo problema. Hummm… sei não. Não quebrar é, hoje em dia, uma das melhores qualidades que algum equipamento eletrônico pode ter para mim. Minha coleguinha Monix, por exemplo, já declarou que aparelhos de DVD são coisas descartáveis para ela. Eu tb achava, até comprar um Sony. São mais de três anos nas mãos de babás e crianças. E ele está lá, firme, forte e intacto. O Philips do nosso quarto já deu chabu uma vez.
- Vi nesse blog, que viu nesse. Sabem porque a publicidade é como a indústria de filmes pornôs?
1. só quem trabalha com isso é iludido o bastante pra chamar de arte.
2. os dois têm premiações estranhas e auto-bajuladoras.
3. é difícil mudar pra outro mercado.
4. a internet levou o trabalho pra todo um outro nível.
5. você dá fast-forward nas partes chatas.
6. os mesmos conceitos são reciclados eternamente.
7. dão uma carreira a quem abandonou a escola de arte.
8. trabalhar com isso vai afetar sua família em alguma hora.
9. se é bom, transcende linguagem.
10. você não deve ficar na mesma posição por muito tempo.
O únicos publicitários bons são os que se auto sacaneiam. Tipo esses aqui. Dica da Sis.
- Agora, numa boa, falando em photoshop, desde que eu vi minha primeira Playboy, aos 10 anos de idade, eu nunca tinha visto um ensaio tão mal produzido, tão mal-intencionado e tão canalha quanto o da revista de junho deste ano. Péssimo, horroroso, deprimente, possivelmente o pior trabalho na carreira do premiado J.R. Duran, e tão ruim, mas tão ruim que eu duvido mesmo que haja dedo dele na finalização do ensaio. Essa Mulher Melancia pode até ter batido recordes. Mas é, definitivamente, o ponto baixo da história da Playboy brasileira, que já colocou de tudo na capa, de meninas de 16 anos a socialites esquisitas e de bolso cheio, mas nunca um embuste dessa natureza.






Brou, a gente pensa que marca é só marca, mas não é. Depois de ver o volume de retornos de produtos defeituosos no Ponto Frio, percebi isso. Uma pilha de CCEs e outras marcas estranhas e Sony… necas.
Sobre a Canon, é evangelização *mesmo*. A primeira máquina digital séria que tive a chance de usar foi uma Canon (no dia em que, dentre muitas fotos, foi feita a que você usou para ilustrar a atual cara do meu blog). Naquele dia, decidi que teria uma Canon reflex – e também que teria uma outra pra aprender antes. Fiquei com a S2, tida por muita gente boa como uma das melhores Canons que jamais existiram. Fotografando com o Canna, tive a chance de usar a dele (acho que é 20D o modelo) e continuei apaixonada pela marca. Talvez se eu tivesse começado com a Nikon, hoje eu teria outra câmera, sei lá.
A minha pifou sim. Foi o CCD (http://pt.wikipedia.org/wiki/CCD). O conserto ficou em 580 reais e a peça leva de 30 a 60 dias pra chegar aqui na roça. Ainda assim, mandei consertar, em vez de comprar uma outra pior pelo mesmo preço. Eu sou fanática por zooms e por macros – duas coisas ela faz ma-ra-vi-lho-sa-men-te.
A câmera vai voltar do conserto e eu vou voltar ao Rio. Você terá então chance de testá-la e analisar por si mesmo.
Bjs!
Já que vc complementou o post, eu complemento o cmment.
O Photoshop Disasters é muito bom. E retocarem a modelo e deixarem a sombra gorducha fui cruel, cruel demais. Passei mal de rir quando eu vi. O pior é que sempre tem um pra encontrar os defeitos, né?
Foi o Duran que fotografou a Melancia? Putzzzz…. ele poed até ter fotografado, mas que mandaram um fotoxópi amigo nela, ah mandaram.
Bjs!
Coincidência ou não, minha primeira máquina fotográfica (analógica, isso faz muitos anos), era uma Canon. Que funcionou perfeitamente ATÉ o dia em que pffff. Não ligava. Ou melhor, ligava, mas quando queria. Acho que a usei por uns três anos até acontecer isso. E a levei para o conserto. Uma bica, mas levei. Durou mais um ano e meio no máximo até que… pfff de novo. Não levei mais. Fiquei um ano sem máquina até que comprei uma Sony, desta vez já digital. Durou uns três anos até acontecer exatamente o mesmo que rolou com a Canon.
)
E aqui estou eu, sem máquina e muito, muito triste. Adorava registrar meus gatos e suas estrepolias (estranha a palavra, tive que checar no Houaiis… pra mim era estrIpUlias…), registrar as maritacas que moram aqui no meu telhado e mais tanta, tanta coisa.
Ando pensando no que eu poderia vender pra comprar uma máquina… mas não tenho do que me desfazer (ter eu tenho, mas não quero.
Um beijo.