Quero agradecer aos anjos pela noite de ontem. Por terem me soprado nos ouvidos que valia a pena deixar meu nome na lista de espera de um show pra lá de lotado, que teve a presença até mesmo de Caetano Veloso e entourage na platéia. E agradecer pela mesa que vagou, e pela chance de assistir a um show lindo, lindo, lindo de Roberta Sá, só de sambas do recôncavo – o novo CD dela promete muito. E agradecer mais que tudo pela chance de ver os olhos brilhando da minha mulher, que tão triste ficou por achar que tinha perdido o show que tanto queria ver.
E agradeço porque o Centro Cultural Carioca, onde aconteceu o show, foi um #megafail mas em nenhum momento a gente perdeu o bom humor, porque a companhia um do outro suplanta todos esses probleminhas pequenos.
E agradecer por, quase dez anos de casamento depois, ainda escutar da minha mulher que eu ainda tiro o fôlego dela. E que eu nunca fui um idiota como um cara que passou meia hora ao nosso lado, discutindo e pagando geral para uma menina linda porque ela cometeu o horrendo crime de dançar alguns minutos sem ele.
Agradeço por ter descoberto que eu não detesto samba. Eu só detesto cavaquinho. E isso muda muita coisa.
Ontem foi dia de Yemanjá, dia de lembrar que o mar tanto traz como leva. Ontem ele trouxe, trouxe muitas coisas e eu agradeço.
*snif* Quer me fazer chorar, criatura?
Te amo! E também agradeço, pelas mesmas coisas.
Momentos assim renovam a gente, e agradecer é coroá-los. Abraço!
ah, cheguei aqui pelo UQT.